Criado por Tsugumi Ohba (roteiro) e Takeshi Obata (arte), a série Death Note estreou na Shonen Jump semanal em dezembro de 2003 e gerou 12 volumes encadernados (chamados tankohon ou tankobon), que foram lançados no Brasil pela editora JBC. Conta a história do estudante Light (Raito) Yagami, que se torna um serial killer ao encontrar um caderno de um Shinigami (Deus da Morte da mitologia japonesa), que permite matar alguém apenas escrevendo seu nome no caderno. Apelidado Kira‖ (uma corruptela japonesa para ―killer‖), Yagami é perseguido pelo detetive excêntrico ―L‖, numa trama cheia de suspense e reviravoltas. O sucesso gerou um romance literário, uma série em animê de 37 episódios (Studio Madhouse, 2006), games e longas em animê e live-action, além de uma aclamada peça de teatro brasileira chamada O Caderno da Morte – Death Note (Cia Zero-Zero de Teatro, 2008). Mas na China, a popularidade da série criou problemas com o governo local. Em 2005, autoridades da cidade de Shenyang, na província de Liaoning, proibiram a presença do mangá em suas escolas. Tudo porque estudantes estavam adaptando seus cadernos para parecerem com o caderno negro da série e estavam escrevendo nele nomes de inimigos e desafetos a quem desejavam o mal, incluindo professores. Foi dito que estavam protegendo seus jovens da má influência que a leitura de Death Note poderia trazer, mas também se combateu a pirataria editorial. A proibição aos mangás de Death Note se estendeu a outras cidades, como Shangai, Beijing e Lanzhou. Mesmo com esse incidente, Death Note foi publicado legal e normalmente em Hong Kong e Taiwan.
Você pode conferir o anime aqui: http://megafilmeshd.net/series/death-note.html
Retirado do livro: CULTURA POP JAPONESA Histórias e curiosidades, Autores: Alexandre Nagado Michel Matsuda Rodrigo de Goes

